Fonte: O pais.
O antigo ministro da Educação e Cultura (2000–2005), Alcídio Ngoenha, afirmou no encerramento da reunião nacional de quadros da Frelimo que a corrupção é um “veneno” que ameaça destruir o projeto nacional. O político defende que o partido deve regressar à sua essência e afastar os membros que não dignificam a organização.
Crítica ao Sistema e Formas de Corrupção Ngoenha ressaltou que a corrupção dentro do partido e da governação é preocupante e fruto do próprio sistema criado. Segundo o dirigente, a corrupção não se limita à troca de dinheiro:
Formas sofisticadas: Atitudes como arrogância, nepotismo e a cultura do “lambebotismo” (troca de favores e promessas de cargos em troca de apoio político) são formas perigosas de corrupção que corroem a credibilidade do Estado.
Vigilância interna: O partido não deve esconder a existência de membros com esses comportamentos e precisa manter-se vigilante para combater tais práticas.
Postura dos Dirigentes Por fim, Alcídio Ngoenha lembrou que os representantes do povo devem identificar-se com as bases, servir com humildade e respeitar a história da luta de libertação nacional, mantendo os princípios originais da Frelimo no combate à corrupção.
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