MAPUTO — A Mediateca do BCI, na capital moçambicana, acolhe até ao dia 31 de agosto a exposição
Partindo do princípio de que toda a existência deixa marcas no mundo, a obra transforma a terra num "arquivo vivo" dos vestígios deixados por pessoas, animais e fenómenos naturais.
Destaques do Evento de Abertura
Valorização da Carreira Artística: Durante a inauguração, Ilda Semedo expressou gratidão ao suporte familiar, sublinhando que ser artista é uma bênção e não uma escolha marginal, apesar dos preconceitos sociais que ainda persistem.
Reconhecimento Governamental: A Secretária de Estado das Artes e Cultura, Matilde Muocha, elogiou o amadurecimento artístico da autora e o seu contributo para a formação de novas gerações, afirmando que a artista exemplifica como a arte serve a sociedade e ajuda a "sonhar".
Apoio institucional: Carla Mamade, em representação do BCI, sublinhou a relevância cultural e o forte impacto simbólico da proposta apresentada.
A exposição permanece aberta ao público até ao final do mês na Mediateca do BCI.
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